quinta-feira, 25 de agosto de 2005
CAROLINA
CAROLinda...
Olá filha! Hoje eu gostaria de homenagear você, porque hoje
é o seu aniversário... Na verdade eu queria que você soubesse
como esse dia é importante pra mim, é como se neste dia,
eu tivesse conquistado um grande prêmio no passado.
Passei por tantas dificuldades para que você nascesse, mas lutei contra
tudo e contra todos para que você chegasse ao mundo...
Lembro quando alguém me disse: ponha qualquer nome na sua filha,
mas não deixe de ter também o nome Maria, pois ela vai ter muita sorte na vida
e também vai trazer muita felicidade...
Não pensamos duas vezes... e aí está seu nome:
Maria Carolina
Hoje você completa 08 anos de vida
e você é tudo de bom que uma filha pode ser...
Meiga, carinhosa, obediente, companheira, compreensiva...
Eu só tenho que agradecer a Deus sempre por ter me dado você.
Hoje estou muito feliz! É como se neste dia eu tivesse realmente conseguido mostrar
ao mundo porque tenho tanto orgulho de você.
Por isso filha, eu quero te homenagear e até preciso pedir
desculpas por me realizar em você. Às vezes quando brigo com você
por motivo bobo e você me pede para não brigar porque não fez nada de errado,
parece até que estou me vendo, bem mais nova... Que bom saber
que você sou eu, e que vou continuar aqui mais tempo.
Parabéns Filha!!!
Quero também te agradecer por todas as cartinhas de amor que você me escreve
e hoje é a minha vez de retribuir.
Suas palavras dizendo a todo momento que me ama até o céu,
não me saem do pensamento...
Hoje quero te dizer que eu te amo por toda a eternidade...
Obrigada por ser essa filha maravilhosa!
Hoje comemoramos o seu aniversário
mas quem ganha um presente somos nós... seus pais...
Quero que você seja muito, mas muito feliz em sua vida.
Desculpe a minha corujice...
Desculpe se faço algo errado e que você não gosta...
Na tentativa de acertar, ás vezes erramos...
Mas sempre com a certeza de que estamos fazendo o bem!
Nós Amamos Muito Você.
(Autor desconhecido)
***Esse texto teve algumas adaptações feitas por mim***

Postado Por Suely
Hora 7:45
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terça-feira, 23 de agosto de 2005
O TAMANHO DAS PESSOAS...
(Shakspeare)
Os Tamanhos variam conforme o grau de envolvimento ...
Uma pessoa é enorme para você, quando fala do que leu e viveu,
quando trata você com carinho e respeito,
quando olha nos olhos e sorri destravado.
É pequena para você quando só pensa em si mesma,
quando se comporta de uma maneira pouco gentil,
quando fracassa justamente no momento em que teria
que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas:
A amizade,
O respeito,
O carinho,
O zelo,
E até mesmo o amor.
Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida,
quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você.
E pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende,
quando se coloca no lugar do outro,
quando age não de acordo com o que esperam dela,
mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento,
pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.
Uma decepção pode diminuir o tamanho
de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho
de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade:
as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.
Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros,
mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão,
e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande
é a sua sensibilidade, sem tamanho ...
Postado Por Suely
Hora 23:47
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sábado, 20 de agosto de 2005
Amigos, BOM DIA.
Acredito que não exista nada mais sincero que "caminhar de mãos dadas",
seja no sentido lato da palavra, ou seja,
você caminhar com seu parceiro (a) de mãos dadas,
quer seja pela rua, ou pela vida...Nada mais lindo...
Ou, no sentido figurado, quer dizer, você estar sempre pronto
para "caminhar de mãos dadas" com uma pessoa amiga,
ajudando-a no mais amplo sentido da palavra
(uma ajuda moral, ouvindo um desabafo que seja...)
ou socorrendo numa necessidade.
Enfim...existe algo mais lindo do que um casal de idosos que,
após caminhar pela vida inteira lado a lado, de mãos dadas,
ainda continua a fazê-lo, num bucólico passeio em uma praça, ou uma praia ?
É importante aprendermos o valor que representa o calor das "mãos dadas".
Existe algo mais bacana do que você simplesmente ouvir
o desabafo de uma pessoa amiga ?
Se tiver algo a dizer para ajudar ou consolar, faça-o,
se nada puder fazer, só o ato de ouvir, já valeu a pena...
E que dizer, então, do milagre da Internet,
que nos possibilita reatar laços perdidos no tempo,
possibilitando uma comunicação com pessoas que já julgávamos
irremediavelmente afastadas...
Então, "DE MÃOS DADAS", meus amigos,
tenhamos todos um ÓTIMO E FELIZ DIA.
(Marcial Salaverry)
http://www.prosaepoesia.com.br

Postado Por Suely
Hora 8:44
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sexta-feira, 12 de agosto de 2005

PARA QUEM JÁ TEVE
E
PARA QUEM TEM UM PAI
(Uma mensagem para você refletir)
O carteiro estendeu o telegrama. Carlos Alberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa. Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou-lhe conta do rosto. Palavras breves e incisas: - Seu pai faleceu. Enterro 18horas. Sua mãe.
Carlos Alberto continuou parado, olhando para o vazio. Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos. Nenhum aperto no coração. Nada! Era como se houvesse morrido um estranho. Por que nada sentia pela morte do velho. Com um turbilhão de pensamentos confundido-o, avisou a esposa, tomou o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil.
No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada. Ela sabia que pai e filho não se davam bem. A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva de acusações, Carlos Alberto havia feito as malas e partido prometendo nunca mais botar os pés naquela casa.
Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo Natal, Ano Novo ou Páscoa... Ele havia se desligado da família não pensava no pai e a última coisa na vida que desejava na vida era ser parecido com ele.
No velório, poucas pessoas. A mãe está pálida, gelada, chorosa. Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio. Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho - como as que o pai gostava de cultivar. Carlos Alberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia. Era como estar diante de um desconhecido um estranho, um ...
O funeral: o sabiá cantando, o sol se pondo. Ele ficou em casa com a mãe até a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para conhecê-la. Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar-lhe conselhos ácidos nem para criticá-lo.
Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão.
- "Há mais tempo você poderia ter recebido isto" - disse.
"Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes."
Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a mão no bolso e sentiu o presente. O foco mortiço da luz do bagageiro revelou uma pequena caderneta de capa vermelha. Abriu-a curioso. Páginas amareladas. Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai:
"Nasceu hoje o Carlos Alberto. Quase quatro quilos! O meu primeiro filho, um garotão!". "Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na Terra!".
À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade, pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer!
"Hoje, meu filho foi para escola. Está um homenzinho! Quando eu vi ele de uniforme, fiquei emocionado e desejei-lhe um futuro cheio de sabedoria. A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido obrigado a ajudar meu pai. Mas para meu filho desejo o melhor. Não permitirei que a vida o castigue".
Outra página - "Carlos Alberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece, porque é estudioso e esforçado. Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras".
Carlos Alberto mordeu os lábios. Lembrava-se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta. Se todos os amigos ricos tinham uma, por que ele também não poderia ter a sua? E quando, no dia do aniversário, a havia recebido, tinha corrido aos braços da mãe sem sequer olhar para o pai. Ora, o "velho" vivia mal-humorado, queixando-se do cansaço, tinha os olhos sempre vermelhos... e Carlos Alberto detestava aqueles olhos injetados sem jamais haver suspeitado que eram de trabalhar até a meia-noite para pagar a bicicleta.
"Hoje fui obrigado a levantar a mão contra meu filho! Preferia que ela tivesse sido cortada, mas fui preciso tentar chamá-lo á razão, Carlos Alberto anda em más companhias, tem vergonha da pobreza dos pais e, se não disciplinar amanhã será um marginal". "É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para seu próprio bem. Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo".
Carlos Alberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia e naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos .
Lembrava-se apenas do automóvel retorcido e manchado de sangue que tinha batido contra uma árvore ... Parecia ouvir sinos, o choro da cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o cemitério.
As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revelam o quanto, em silêncio e amargura, o pai o havia amado. O "velho" escrevia de madrugada. Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde.
E, no entanto, agora Carlos Alberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor.
A ultima pagina. Aquela do dia em que ele havia partido:
"Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto? Por que sou considerado culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem?"
"Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre.
Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser o pai que ele merecia ter."
Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido pouco tempo depois. Carlos Alberto fechou depressa a caderneta, o peito doía. O coração parecia haver crescido tanto, que lutava para escapar pela boca.
Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirara aurora rompia no céu e mais um dia começava.
"Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!"
- certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido o na profundidade que ela continha. Em sua egocêntrica cegueira de adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas.
Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo. Afinal, naqueles dias de pouca reflexão tudo era juventude, saúde, beleza, musica, cor, alegria, despreocupação e vaidade.
Não era ele um semideus? Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também o tornado pai, aquele falso herói.
De repente, no jogo da vida, ele era o pai e seus filhos os contestadores. Como não havia pensado nisso antes? Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios, a luta pela sobrevivência, a sede de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos.
Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha para anotar uma frase sobre seus herdeiros; jamais lhe havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuarão o seu nome. Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra!
Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade. Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, mas encontrou apenas o vazio.
Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol acabava de nascer. Então, Carlos Alberto acariciou as pétalas e lembrou-se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor.
Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes?
Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado, de repente, sorriu e desabafou-se numa confissão aliviadora:
- "Se Deus me mandasse escolher, eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho! Obrigado por tanto amor, e me perdoe por ter sido tão cego."
(Desconheço a autoria)
FELIZ DIA DOS PAIS!!!

Postado Por Suely
Hora 16:09
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segunda-feira, 8 de agosto de 2005

"O Anjo do Amor "
Há um Anjo que se apresenta com suas vestes de luz, com suas mãos de doçura, com sua voz sincera...
Sempre sorri.
Sempre abraça.
Sempre envolve e alivia a dor.
Não discrimina, nem julga, acolhe sempre a todos.
Sua forma gentil e delicada tem feições de força e poder irresistíveis.
Às vezes se apresenta como uma luz dourada, outras vezes azul, rosa ou prateada...
É sempre da cor exata que nossos olhos puderem enxergar.
Alguns o descrevem com feições masculinas, outros com feições femininas.
Depende de quem o vê.
Para uns é jovem, outros o vêem idoso, por vezes parece uma criança.
Porém todos sabem: ele toma a forma que preciso for quando sua presença é necessária.
Assim ele pode parecer ser grande ou pequeno.
Pode tomar o formato do vento, da lua, das estrelas, do mar, do céu colorido ao entardecer, para promover paz, alegria, saúde ou beleza que emociona.
Também pode assumir a voz da mãe que acalenta ou a voz de um amigo e até de um desconhecido nas horas de precisão.
Estar presente num beijo enamorado.
Naquele abraço, quando tudo parecia perdido.
Numa prece compartilhada.
Pode estar no sorriso que encanta, ou no pão repartido.
Em uma obra de arte ou da tecnologia.
Ser a presença de alguém querido quando a doença visita.
Apresentar-se em forma de flor, de um arco-íris que surge colorindo o céu, de gotas de orvalho, de chuva que molha a terra seca, gerando vida na alma da Terra.
Sua essência pode gerar um livro, ou uma essência que cure e alivie.
Para alguns ele pode vir como o carinho de um cãozinho maroto, que o afaga quando o dia torna-se pesado e sombrio.
Ou nos sons de alegria vindos de um filho que lhe chama.
Quando tocados por sua presença nos sentimos mais fortes e seguimos mais felizes em nossa caminhada, por um certo tempo, até que dele nos esquecemos...
Um dia, após muitos encontros com este Anjo descobrimos que ele nos deixou algo: um presente.
E esses são tempos de uma experiência única, é quando sentimos que nossas palavras exalam um perfume de encanto.
Quando descobrimos, surpresos, que somos nós, agora, quem sempre sorri, sempre abraça, sempre envolve e alivia a dor.
Sem discriminarmos a quem, sem julgamentos, acolhendo a todos, de uma forma gentil e delicada, mas ainda assim trazendo feições de força e poder irresistíveis.
Há um anjo chamado amor e ele vive na Terra, espalhando bênçãos e tocando corações.
Você já o sentiu hoje?
Envolveu-se em seu perfume?
Ouviu sua voz?
Reconheceu seu olhar?
Percebeu o pulsar deste anjo dentro de seu coração? ...
(Thais Accioly)
"Dança Dos Anjos"
Uma noite olhei para o céu e vi as estrelas a brilhar.
Mas tinham um brilho triste...
Nessa altura, surge um anjo vindo de uma constelação.
Esse anjo chorava.
Perguntei-lhe a razão e ele disse-me que protegia alguém que nem olhava para o céu...
Olhei melhor e reparei em milhões de anjos que lá se encontravam.
Todos tão lindos...Tão mágicos...Tão misteriosamente frágeis...
Todos com cabelos de prata, olhos de safira e asas de cristal...
Majestosos, imponentes,mas doces, meigos e carentes.
Os seus olhares penetrantes penetraram minha alma,percorreram meu corpo,elevaram a minha mente.
Lindos... Eles estavam lindos...Mas sós... Eles estavam tão sós...
O que fazer para dar um pouco de felicidade a seres tão especiais,que pareciam ter toda a felicidade existente?
Um olhar, um sorriso, um aceno, um obrigado...Só isso?! Perguntei.
Sim, é o que é preciso para que os anjos dancem e voltem a viver e brilhar no seu esplendor...
Nessa altura sorri, olhei, acenei, agradeci e vi a festa dos anjos nas estrelas...
Um baile de magia em tons de prata...
Dancei com todos os anjos...
A partir dessa noite,olho para o céu e procuro os anjos...
Anjos...
Almas lindas,meigas, suaves e deliciosamente puras...
Anjos...
Aqueles olhares sorridentes de quem apenas quer um carinho...
que temos no céu e na terra...
Anjos...
Amigos...
Esses seres que estão sempre por perto...
Anjos...
Belos anjos...
(Desconheço Autoria)

Postado Por Suely
Hora 22:52
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sábado, 6 de agosto de 2005
CAMINHOS DA MANHÃ
Que seu caminhar seja cheio de encantos,
para que possas fazer de seus sonhos, algo real e palpável.
Que seu caminhar seja sem obstáculos,
para que possas seguir confiante, em busca de seus ideais.
Que seu caminhar seja firme,
na vontade e capacidade de conquistar novos e velhos amigos.
Pois só os amigos agem em seu caminhar,
como pequenos querubins sempre companheiros,
protetores e eternos vigilantes.
Para que em seu caminhar e também , em todos os momentos de sua vida
possas ter como companheira fiel, a mais prodigiosa das conquistas.
A tua FELICIDADE !
(Márcia A. Ferrari)
Postado Por Suely
Hora 18:15
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segunda-feira, 1 de agosto de 2005

DEUS!
Se Deus pudesse me ouvir...
Se pudesse me entender
Eu falaria com ele
O que tenho para dizer
Coisas minhas, isoladas
Ilusões inacabadas
Palavras soltas e vagas
Que se fala a um coração
De um grande amigo ausente
De corpo e alma presente!
Se Deus pudesse me ouvir...
Falar um pouco de mim
De algo que realizei
Dos planos que fiz e sonhei
Dos ideais que não fiz
Tão somente planejei
Do muito que aprendi
Mas o tudo eu já lhe dei!
Se Deus pudesse me ouvir...
Mudar os destinos do mundo
Os rumos desencontrados
Caminhos ultrapassados
As buscas e incertezas
As decepções e tristezas
De tantas lutas sem glória
Cada batalha perdida
Ficou gravada com brasa
Nas cinzas da minha memória!
Se Deus pudesse me ouvir...
Dar-me novas esperanças
Acalentar outro sonho
No coração que não cansa
De ser gente, ser criança
Deixar-me tentar de novo
Erguer a bandeira da paz
Mostrar do que ainda sou capaz
Criar um mundo só meu
Por favor me ouve Deus!
Vilma Oliveira

Postado Por Suely
Hora 22:28
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